Ervas marinhas
Pradarias Marinhas
Conhecidas por melhorar a biodiversidade e aumentar a produtividade dos ecossistemas marinhos, são fundamentais para a saúde dos oceanos e para a sustentabilidade das comunidades costeiras.
As pradarias marinhas são ecossistemas essenciais para a saúde dos ambientes costeiros, compostos por ervas marinhas, plantas aquáticas que formam sistemas de rizomas em zonas costeiras, lagoas, rias e estuários.
Diferente das algas, as ervas marinhas são plantas vasculares que evoluíram de espécies terrestres há cerca de 100 milhões de anos e possuem todas as suas características, incluindo flores, frutos e sementes.
São capazes de viver e completar o seu ciclo de vida em condições salinas e submersas. O sudoeste da Europa abriga as populações de pradarias marinhas mais diversas da Europa continental atlântica, com espécies como Zostera marina, Cymodocea nodosa, várias espécies de Ruppia e Zostera noltei, todas ocorrendo na zona sublitoral.
Estes ecossistemas marinhos fornecem serviços essenciais
Refúgio para a biodiversidade
Muitas espécies de peixes e marisco de importância económica fazem das pradarias marinhas a sua casa.
Proteção das linhas costeiras
Reduzem o impacto da ondulação.
Qualidade da água e dos sedimentos
Filtram nutrientes em excesso e outros poluentes provenientes de águas residuais.
Reservatório de Carbono Azul
Juntamente com os mangais e sapais, as pradarias marinhas armazenam mais de metade do carbono sequestrado pelos oceanos.
Em Portugal, são uma parte essencial dos ecossistemas costeiros.
Formam habitats-chave ao longo da costa do país, particularmente no Algarve, presentes pelos vastos canais da Ria Formosa e nos estuários dos rios Arade e Guadiana. Na área de Setúbal, prosperam no estuário do Sado em zonas pontuais na costa da Arrábida.
Apesar da sua importância, as pradarias marinhas têm enfrentado ameaças graves.
Para além das mudanças ambientais, as atividades humanas - como a remoção de sedimentos por dragagens, fundeamento e amarrações de barcos, danos por hélices e a propagação de macroalgas invasoras - contribuíram significativamente para a perda destes habitats vitais em Portugal nas últimas décadas.
Para melhor compreender e enfrentar estes declínios, foram desenvolvidos vários projetos:
Projeto em destaque
Projeto de conservação e restauro em larga escala de habitats de pradarias marinhas criticamente ameaçadas em áreas infralitorais e lagoas costeiras Atlânticas.
O objetivo é conservar e restaurar habitats prioritários de pradarias marinhas, implementando soluções para combater a perda de habitats prioritários de vegetação marinha.
Projetos anteriores
Descubra como contribuímos para a proteção das pradarias marinhas:
RESTORESEAS
"Nature-based tools"para proteger e recuperar a biodiversidade.
A decorrer
Pradarias Marinhas, Algas e Corais
2022 a 2025
Portugal
BIOMARES
Restauro e Gestão da biodiversidade no Parque Marinho da Arrábida-Espichel.
A decorrer
Pradarias Marinhas, Algas e Corais
Desde 2007
Setúbal, PT
Pradarias Marinhas
Conhecidas por melhorar a biodiversidade e aumentar a produtividade dos ecossistemas marinhos, são fundamentais para a saúde dos oceanos e para a sustentabilidade das comunidades costeiras.
As pradarias marinhas são ecossistemas essenciais para a saúde dos ambientes costeiros, compostos por ervas marinhas, plantas aquáticas que formam sistemas de rizomas em zonas costeiras, lagoas, rias e estuários.
Diferente das algas, as ervas marinhas são plantas vasculares que evoluíram de espécies terrestres há cerca de 100 milhões de anos e possuem todas as suas características, incluindo flores, frutos e sementes.
São capazes de viver e completar o seu ciclo de vida em condições salinas e submersas. O sudoeste da Europa abriga as populações de pradarias marinhas mais diversas da Europa continental atlântica, com espécies como Zostera marina, Cymodocea nodosa, várias espécies de Ruppia e Zostera noltei, todas ocorrendo na zona sublitoral.
Estes ecossistemas marinhos fornecem serviços essenciais
Refúgio para a biodiversidade
Muitas espécies de peixes e marisco de importância económica fazem das pradarias marinhas a sua casa.
Proteção das linhas costeiras
Reduzem o impacto da ondulação.
Qualidade da água e dos sedimentos
Filtram nutrientes em excesso e outros poluentes provenientes de águas residuais.
Reservatório de Carbono Azul
Juntamente com os mangais e sapais, as pradarias marinhas armazenam mais de metade do carbono sequestrado pelos oceanos.
Em Portugal, são uma parte essencial dos ecossistemas costeiros.
Formam habitats-chave ao longo da costa do país, particularmente no Algarve, presentes pelos vastos canais da Ria Formosa e nos estuários dos rios Arade e Guadiana. Na área de Setúbal, prosperam no estuário do Sado em zonas pontuais na costa da Arrábida.
Apesar da sua importância, as pradarias marinhas têm enfrentado ameaças graves.
Para além das mudanças ambientais, as atividades humanas - como a remoção de sedimentos por dragagens, fundeamento e amarrações de barcos, danos por hélices e a propagação de macroalgas invasoras - contribuíram significativamente para a perda destes habitats vitais em Portugal nas últimas décadas.
Para melhor compreender e enfrentar estes declínios, foram desenvolvidos vários projetos:
Projeto em destaque
Projeto de conservação e restauro em larga escala de habitats de pradarias marinhas criticamente ameaçadas em áreas infralitorais e lagoas costeiras Atlânticas.
O objetivo é conservar e restaurar habitats prioritários de pradarias marinhas, implementando soluções para combater a perda de habitats prioritários de vegetação marinha.
Projetos anteriores
Descubra como contribuímos para a proteção das pradarias marinhas:
RESTORESEAS
"Nature-based tools"para proteger e recuperar a biodiversidade.
A decorrer
Pradarias Marinhas, Algas e Corais
2022 a 2025
Portugal
BIOMARES
Restauro e Gestão da biodiversidade no Parque Marinho da Arrábida-Espichel.
A decorrer
Pradarias Marinhas, Algas e Corais
Desde 2007
Setúbal, PT


